As vezes, em momentos de tristeza, não conseguimos ver mais nada a não ser as nossas falhas, desilusões, decepções… são dias cinzentos e sem emoção que só desejamos que passem logo. A vontade é passar uma borracha em tudo e começar de novo, mas não dá pra fingir e nem esquecer.
“To presa em um buraco fundo, sem poder me mexer, sem poder comer. Há um nó na minha garganta e uma dor no meu estômago que me fazer ter dores constantes… que bom se fosse só física, mas a dor principal está na alma, corroendo a minha felicidade e matando os meus dias”.
Deixo aqui uma devocional que li hoje no site da Lagoinha. que sirva pra você assim como serviu pra mim. É dificil visualizar a felicidade quando tudo o que a gente vê são lágrimas diante da nossa impotência de mudar as coisas. Mas nunca esqueça de que o único socorro está no Pai, em Deus.
“Pai não quero me esquecer!!!”
A vida se esvaindo
MARCOS 5.24-34
E ele lhe disse: Filha, a tua fé te salvou; vai-te em paz e fica livre desse
teu mal. (Mc 5.34.)
Senhor, a vida passa tão rápido,
Sinto que perco tantas coisas no caminho.
As aves cantam,
O céu se muda em todos os momentos,
E eu aflito me encontro nos lamentos.
Não me deixes perder as maravilhas
Que, com poder renovas para mim,
Que cada dia eu possa desfrutar da companhia,
Do caminhar contigo.
De conversar contigo, doce amigo.
A Bíblia não fala o nome dessa mulher corajosa e resoluta. Havia
doze anos que sofria de terrível enfermidade, uma hemorragia crônica
que definhava suas forças. Por causa disso, não podia estar com a multidão
em festa na casa do Senhor. A doença a tornava “imunda”. Estava
impura, não tinha liberdade para se alegrar, para sair, comprar, vender,
aprender, nem mesmo para sorrir. Vivia prisioneira da sua enfermidade.
Era estressante a agonia da espera de uma cura que não chegava nunca.
Ela via sua vida se esvaindo.
Até que ouviu falar de Jesus; o doce Rabi da Galiléia que estava
curando e abençoando os leprosos, os paralíticos, os cegos, os marginalizados,
os pobres. Ah, era dele que ela precisava. E disse consigo
mesma: Se eu apenas lhe tocar as vestes, ficarei curada. E fez isso. E foi
curada imediatamente, mas em secreto, no anonimato.
Jesus sentiu quando dele saiu o poder curador. Voltou-se para a multidão
e disse: Quem me tocou? Ele não tinha apenas a cura física para
ela. O Senhor possuía algo mais precioso para dar. Quando ela se revelou,
trêmula e assustada, contando-lhe o que fizera e como crera, Jesus
lhe disse as mais lindas palavras que o coração humano já ouviu: Filha,
a tua fé te salvou; vai-te em paz e fica livre do teu mal. Ele a chamou de
“filha”. Isso nos aproxima do Senhor. Nada de anonimato, e sim de
intimidade familiar.
Você já revelou a Jesus que precisa do seu toque de cura? Então,
ouça-o chamar-lhe de “filho(a)”. Deixe o resto por conta dele. Jesus
pode todas as coisas; você verá!
Pai, tu nos conheces e sabes do nosso “mal”. E, nesta hora,
eu derramo o meu coração em tua presença. Toca-me, limpame
de toda impureza, torna o meu coração saudável e alegre
para desfrutar de ti e da vida abundante que me ofereces.
Amém.